sábado, julho 08, 2006
Gasolinas...
Dois amigos beberrões, que são mecânicos de aviões, estão no Aeroporto da Portela a olhar p'ró boneco, sem nada para fazer. Um deles diz para o outro:
"Eh pá, tens aí alguma coisa que se beba?" Ao que o outro responde:
"Nem por isso... mas já ouvi dizer que se beberes a gasolina do avião aquilo dá uma bigorna do caraças."
Por isso decidem experimentar a gasolina do avião, apanham uma talocha jeitosa e divertem-se à grande como só dois amigos beberrões conseguem fazer.
Na manhã seguinte, um deles acorda, com medo de se levantar e que a sua cabeça expluda da ressaca terrível que vai ter. Levanta-se, sente-se bem...aliás, sente-se maravilhosamente!
Nada de ressaca! O telefone toca, é o amigo.
"Então, pá? Como é que te estás a sentir hoje? Eu estou bastante bem, por acaso!"
"Eh pá, eu também! Sinto-me em grande! A gasosa do avião é brutal! Nada de ressaca... temos que repetir!"
"Pois... mas há só uma coisinha..."
"Então?"
"Já te peidaste hoje?"
"Não! Porquê?"
"Ó pá, nem tentes. Estou-te a ligar de Marrocos."
"Eh pá, tens aí alguma coisa que se beba?" Ao que o outro responde:
"Nem por isso... mas já ouvi dizer que se beberes a gasolina do avião aquilo dá uma bigorna do caraças."
Por isso decidem experimentar a gasolina do avião, apanham uma talocha jeitosa e divertem-se à grande como só dois amigos beberrões conseguem fazer.
Na manhã seguinte, um deles acorda, com medo de se levantar e que a sua cabeça expluda da ressaca terrível que vai ter. Levanta-se, sente-se bem...aliás, sente-se maravilhosamente!
Nada de ressaca! O telefone toca, é o amigo.
"Então, pá? Como é que te estás a sentir hoje? Eu estou bastante bem, por acaso!"
"Eh pá, eu também! Sinto-me em grande! A gasosa do avião é brutal! Nada de ressaca... temos que repetir!"
"Pois... mas há só uma coisinha..."
"Então?"
"Já te peidaste hoje?"
"Não! Porquê?"
"Ó pá, nem tentes. Estou-te a ligar de Marrocos."
Coincidência?! Ou necessidade?!
Esta noite a minha mulher e eu estávamos sentados na sala falando das muitas coisas da visa.Falávamos da vida e da morte, de eutanásia, etc...
E eu disse-lhe:
- Nunca me deixes em estado vegetativo, dependendo de uma máquina e de líquidos de uma garrafa. Se me vires nesse estado, desliga os artefactos que me mantêm vivo.
Ela levantou-se, desligou a TV e tirou-me a cerveja.
E eu disse-lhe:
- Nunca me deixes em estado vegetativo, dependendo de uma máquina e de líquidos de uma garrafa. Se me vires nesse estado, desliga os artefactos que me mantêm vivo.
Ela levantou-se, desligou a TV e tirou-me a cerveja.
Esta tem requintes de malvadez...
NUNCA ME PASSOU PELA CABEÇA QUE A GNR ESTIVESSE A FICAR TÃO ESPERTA!
Um tipo decide vender o carro e, como já e usual, utiliza o método de colocar um anúncio com o nº de telemóvel no vidro traseiro do carro. Dirige-se para o trabalho e conduz muito tranquilamente a 50Km/h.
De repente toca o telemóvel:
Bom dia, fala de uma unidade móvel da Brigada de Transito da G.N.R. e estamos atrás de si. O senhor não sabe que e proibido atender o telemóvel enquanto conduz? Encoste por favor!
Um tipo decide vender o carro e, como já e usual, utiliza o método de colocar um anúncio com o nº de telemóvel no vidro traseiro do carro. Dirige-se para o trabalho e conduz muito tranquilamente a 50Km/h.
De repente toca o telemóvel:
Bom dia, fala de uma unidade móvel da Brigada de Transito da G.N.R. e estamos atrás de si. O senhor não sabe que e proibido atender o telemóvel enquanto conduz? Encoste por favor!
Que se Lixe!
Pronto. Que se lixe. Levem lá a taça, que a gente continua cá, se não se importam. Vamos ali fazer um piquenique com os alemães e voltamos já.
"Poça", já se sabia que tinha de ser com o raio dos franceses e que Portugal jogar mal ou bem seria irrelevante. Mas tanto?! A ironia, muito francesa porque é daquelas pesadas e óbvias que não têm graça nenhuma, é que Portugal jogou muito bem e a França não jogou nada. Aliás, quanto melhor jogava Portugal, mais aumentava a probabilidade da França ganhar. É azar. É esse o termo técnico, exactamente.
Não foi só o árbitro, embora este tudo tenha feito para ser a estrela principal da partida. Não, é o azar que os franceses dão. Mesmo quando estão cabisbaixos e amedrontados, cheios de vontade que o tempo passasse e os poupasse, dão azar.
E porquê? Porque os portugueses também dão azar aos franceses, coitados. Dão-lhes o azar de pô-los a jogar mal. E o azar de fazerem figura de tontos e medricas. Os franceses também não mereciam tal azar. Tanto mais que cada jogo com eles traz uma vingança pré-fabricada: depois desta meia-final, já ninguém poderá dizer que Zidane e os "bleus" renasceram milagrosamente.
Onde? Quem? Não, o milagre foi só um: o de não terem perdido.
Em contrapartida, os franceses dão aos portugueses o azar de perder. Bonito serviço. Assim não dá gosto; não se pode trabalhar; nem há condições para jogar; é escusado. E quando jogarmos outra vez com os franceses, vai acontecer a mesma coisa. O azar existe e o azar reincidente e metódico, no caso da França, existe mais ainda. Antes fosse ao contrário? Talvez não. Mais vale perder como perdemos, a jogar como campeões, do que ganhar a jogar como os franceses, como perdedores natos, receosos e trapalhões, sem saber o que se passa ou o que se vai passar. Fizeram má figura e ganharam.
Que os italianos lhes sejam leves!
Dirão uns que não faz mal, que já foi muito bom chegarem às meias-finais. Mas não é verdade. Para chegarem às meias-finais foi preciso pensarem que podia ser campeões do mundo. E agora custa um bocadinho - um bocadinho nobre e bonito mas muito custoso - voltar atrás. Se a esplêndida selecção portuguesa tivesse pensado que bastaria chegar às meias-finais nem tinha ganho ao México e muito menos à Holanda e à Inglaterra.
Foi bonito saber, como ficou sabido e comprovado, que não é assim tão difícil Portugal ser campeão do mundo. O próximo Mundial, em 2010, parece muito mais apetecível por causa disso. É ganhável - como era este. Não se pode subestimar a segurança que o Mundial 2006 trouxe à selecção. Já não se pode falar em sonhos como se fossem delírios. Não: os sonhos agora passaram a objectivos, altamente práticos e alcançáveis. É obra.
Portugal já não é o "outsider" que era nos primeiros dias do mês passado.
Por muito que isso custe aos detractores e inimigos (que utilizaram esse estatuto marginal para nos marginalizar ainda mais), a partir de agora Portugal é não só um campeão potencial como um campeão provável.
Tanto crescemos que finalmente ficámos crescidos, adultos, senhores. É bom que os outros senhores do futebol comecem a habituar-se à presença e à ameaça constantes dos novos senhores. Porque os antigos menininhos portugueses, que eram tão giros e que tanto jeitinho davam, desapareceram para sempre.
Este Mundial já está ganho. Que se lixe. Venha outro.
"Miguel Esteves Cardoso"
"Poça", já se sabia que tinha de ser com o raio dos franceses e que Portugal jogar mal ou bem seria irrelevante. Mas tanto?! A ironia, muito francesa porque é daquelas pesadas e óbvias que não têm graça nenhuma, é que Portugal jogou muito bem e a França não jogou nada. Aliás, quanto melhor jogava Portugal, mais aumentava a probabilidade da França ganhar. É azar. É esse o termo técnico, exactamente.
Não foi só o árbitro, embora este tudo tenha feito para ser a estrela principal da partida. Não, é o azar que os franceses dão. Mesmo quando estão cabisbaixos e amedrontados, cheios de vontade que o tempo passasse e os poupasse, dão azar.
E porquê? Porque os portugueses também dão azar aos franceses, coitados. Dão-lhes o azar de pô-los a jogar mal. E o azar de fazerem figura de tontos e medricas. Os franceses também não mereciam tal azar. Tanto mais que cada jogo com eles traz uma vingança pré-fabricada: depois desta meia-final, já ninguém poderá dizer que Zidane e os "bleus" renasceram milagrosamente.
Onde? Quem? Não, o milagre foi só um: o de não terem perdido.
Em contrapartida, os franceses dão aos portugueses o azar de perder. Bonito serviço. Assim não dá gosto; não se pode trabalhar; nem há condições para jogar; é escusado. E quando jogarmos outra vez com os franceses, vai acontecer a mesma coisa. O azar existe e o azar reincidente e metódico, no caso da França, existe mais ainda. Antes fosse ao contrário? Talvez não. Mais vale perder como perdemos, a jogar como campeões, do que ganhar a jogar como os franceses, como perdedores natos, receosos e trapalhões, sem saber o que se passa ou o que se vai passar. Fizeram má figura e ganharam.
Que os italianos lhes sejam leves!
Dirão uns que não faz mal, que já foi muito bom chegarem às meias-finais. Mas não é verdade. Para chegarem às meias-finais foi preciso pensarem que podia ser campeões do mundo. E agora custa um bocadinho - um bocadinho nobre e bonito mas muito custoso - voltar atrás. Se a esplêndida selecção portuguesa tivesse pensado que bastaria chegar às meias-finais nem tinha ganho ao México e muito menos à Holanda e à Inglaterra.
Foi bonito saber, como ficou sabido e comprovado, que não é assim tão difícil Portugal ser campeão do mundo. O próximo Mundial, em 2010, parece muito mais apetecível por causa disso. É ganhável - como era este. Não se pode subestimar a segurança que o Mundial 2006 trouxe à selecção. Já não se pode falar em sonhos como se fossem delírios. Não: os sonhos agora passaram a objectivos, altamente práticos e alcançáveis. É obra.
Portugal já não é o "outsider" que era nos primeiros dias do mês passado.
Por muito que isso custe aos detractores e inimigos (que utilizaram esse estatuto marginal para nos marginalizar ainda mais), a partir de agora Portugal é não só um campeão potencial como um campeão provável.
Tanto crescemos que finalmente ficámos crescidos, adultos, senhores. É bom que os outros senhores do futebol comecem a habituar-se à presença e à ameaça constantes dos novos senhores. Porque os antigos menininhos portugueses, que eram tão giros e que tanto jeitinho davam, desapareceram para sempre.
Este Mundial já está ganho. Que se lixe. Venha outro.
"Miguel Esteves Cardoso"
domingo, junho 04, 2006
CONTRIBUAM COM O QUE ACHAREM MELHOR EM PROL DO PAÍS
Um motorista pára no trânsito e alguém bate no vidro do carro. Receoso, ele baixa um pouco o vidro e pergunta:
- O que é? O que se passa?...
O homem diz:
- O Sócrates foi sequestrado e o pedido de resgate é de 10Milhões de euros. Se o resgate não for pago, os sequestradores ameaçam regá-lo com gasolina e incendiá-lo. Estamos a receber contribuições. Gostaria de colaborar?
O homem no carro pergunta:
- Em média, quanto é que cada pessoa tem dado?
O outro responde:
- Entre 5 e 10 litros...
Gestão por Objectivos!
Era uma vez uma aldeia onde viviam dois homens que tinham o mesmo nome: Joaquim Gonçalves. Um era sacerdote e o outro, taxista. Quis o destino que morressem no mesmo dia .. Quando chegaram ao céu, São Pedro esperava-os.
- O teu nome ?
- Joaquim Gonçalves.
- És o sacerdote ?
- Não, o taxista. São Pedro consulta as suas notas e diz:
- Bom, ganhaste o paraíso. Levas esta túnica com fios de ouro e este ceptro de platina com incrustações de rubis. Podes entrar.
- O teu nome ?
- Joaquim Gonçalves.
- És o sacerdote ?
- Sim, sou eu mesmo.
- Muito bem, meu filho, ganhaste o paraíso. Levas esta bata de linho e este ceptro de ferro. O sacerdote diz:
- Desculpe, mas deve haver engano. Eu sou o Joaquim Gonçalves, o sacerdote!
- Sim, meu filho, ganhaste o paraíso. Levas esta bata de linho e...
- Não pode ser! Eu conheço o outro senhor. Era taxista, vivia na minha aldeia e era um desastre! Subia os passeios, batia com o carro todos os dias, conduzia pessimamente e assustava as pessoas. Nunca mudou, apesar das multas e repreensões policiais. E quanto a mim, passei 75 anos pregando todos os domingos na paróquia. Como é que ele recebe a túnica com fios de ouro e eu.....isto ?
- Não é nenhum engano - diz São Pedro. Aqui no céu, estamos a fazer uma gestão mais profissional, como a que vocês fazem lá na Terra.
- Não entendo!.
- Eu explico. Agora orientamo-nos por objectivos.
- É assim: durante os últimos anos, cada vez que tu pregavas, as pessoas dormiam.
- É assim: durante os últimos anos, cada vez que tu pregavas, as pessoas dormiam.
- E cada vez que ele conduzia o táxi, as pessoas começavam a rezar.
- Resultados! Percebeste?
- Resultados! Percebeste?
O cérebro é fantástico
3M D14 D3 V3R40, 3574V4 N4 PR414, 0853RV4ND0 DU45 CR14NC45 8R1NC4ND0 N4 4R314. 3L45 7R484LH4V4M MU170 C0N57RU1ND0 UM C4573L0 D3 4R314, C0M 70RR35, P4554R3L45 3 P4554G3NS 1N73RN45. QU4ND0 3575V4M QU453 4C484ND0, V310 UM4 0ND4 3 D357RU1U 7UD0, R3DU21ND0 0 C4573L0 4 UM M0N73 D3 4R314 3 35PUM4. 4CH31 QU3, D3P015 D3 74N70 35F0RC0 3 CU1D4D0, 45 CR14NC45 C41R14M N0 CH0R0, C0RR3R4M P3L4 PR414, FUG1ND0 D4 4GU4, R1ND0 D3 M405 D4D45 3 C0M3C4R4M 4 C0N57RU1R 0U7R0 C4573L0. C0MPR33ND1 QU3 H4V14 4PR3ND1D0 UM4 GR4ND3 L1C40;
G4574M05 MU170 73MP0 D4 N0554 V1D4 C0N57RU1ND0 4LGUM4 C0154 3 M415 C3D0 0U M415 74RD3, UM4 0ND4 P0D3R4 V1R 3 D357RU1R 7UD0 0 QU3 L3V4M05 74N70 73MP0 P4R4 C0N57RU1R. M45 QU4ND0 1550 4C0N73C3R 50M3N73 4QU3L3 QU3 73M 45 M405 D3 4LGU3M P4R4 53GUR4R, 53R4 C4P42 D3 50RR1R! S0 0 QU3 P3RM4N3C3 3 4 4M124D3, 0 4M0R 3 C4R1NH0
G4574M05 MU170 73MP0 D4 N0554 V1D4 C0N57RU1ND0 4LGUM4 C0154 3 M415 C3D0 0U M415 74RD3, UM4 0ND4 P0D3R4 V1R 3 D357RU1R 7UD0 0 QU3 L3V4M05 74N70 73MP0 P4R4 C0N57RU1R. M45 QU4ND0 1550 4C0N73C3R 50M3N73 4QU3L3 QU3 73M 45 M405 D3 4LGU3M P4R4 53GUR4R, 53R4 C4P42 D3 50RR1R! S0 0 QU3 P3RM4N3C3 3 4 4M124D3, 0 4M0R 3 C4R1NH0
segunda-feira, maio 29, 2006
Amor em VII Actos
COMO O AMOR É DIFERENTE ...
Amor I
O marido pergunta à mulher:
- Vamos tentar uma posição diferente esta noite?
A mulher respondeu:
Boa ideia, tu lavas a loiça e eu sento-me no sofá...
Amor II
Sabes querido, quando falas faz-me lembrar o mar...
Ena, amor. Não sabia que te impressiono tanto.
Não é que me impressiones. Enjoas-me.
Amor III
Querida, vamos ter que começar a economizar.
Tudo bem... Mas como?
Aprende a cozinhar e manda a empregada embora.
Está bem... Então aprende a fazer amor e podes dispensar o motorista.
Amor IV
Adão e Eva passeavam pelo Paraíso.
E a Eva pergunta:
Adão, amas-me?
E o Adão, resmungando:
E tenho outra escolha?
Amor V
O homem pergunta à mulher:
Querida, quando eu morrer, vais chorar muito?
Claro, querido. Sabes que eu choro por tudo e por nada.
Amor VI
Na cama, o marido vira-se para a jovem esposa e pergunta:
Querida, diz-me: Eu fui o primeiro homem da tua vida?
Ela olha para o marido e responde:
Pode ser... A tua cara não me é estranha...
Amor VII
Um casal vinha por uma estrada do interior sem dizer uma palavra.
Uma discussão anterior havia levado a uma briga, e nenhum dos dois queria dar o braço a torcer. Ao passarem por uma quinta em que havia mulas e porcos, o marido perguntou, sarcástico:
Parentes teus?
Sim - respondeu ela - cunhados e sogra.
Prova Oral
Um aluno de Direito a fazer um exame oral:
- O que é uma fraude?
Responde o aluno:
- É o que o Sr. professor está a fazer.
O professor muito indignado:
- Ora essa, explique-se...
Diz o aluno:
- Segundo o Código Penal comete fraude todo aquele que se aproveita da ignorância do outro para o prejudicar...
Um Urso, um Leão e uma Galinha encontram-se...
Diz o Urso:
-" Se eu lançar um dos meus rugidos na floresta, todos os animais tremem de medo".
O Leão não se intimida e diz:
O Leão não se intimida e diz:
-" Se eu rugir no deserto, todo o bicho me teme".
A Galinha sorri e diz:" Grande coisa! A mim basta-me dar uma tossidela e oplaneta inteiro borra-se de medo".
A Galinha sorri e diz:" Grande coisa! A mim basta-me dar uma tossidela e oplaneta inteiro borra-se de medo".
Definição de Avó
Artigo redigido por uma menina de 8 anos e publicado no Jornal do Cartaxo.
Uma delícia!
"Uma Avó é uma mulher que não tem filhos, por isso gosta dos filhos dos outros. As Avós não têm nada para fazer, é só estarem ali. Quando nos levam a passear, andam devagar e não pisam as flores bonitas nem as lagartas. Nunca dizem "Despacha-te!". Normalmente são gordas, mas mesmo assim conseguem apertar-nos os sapatos. Sabem sempre que a gente quer mais uma fatia de bolo ou uma fatia maior. As Avós usam óculos e às vezes até conseguem tirar os dentes. Quando nos contam histórias, nunca saltam bocados e nunca se importam de contar a mesma história várias vezes. As Avós são as únicas pessoas grandes que têm sempre tempo. Não são tão fracas como dizem, apesar de morreram mais vezes do que nós. Toda a gente deve fazer o possível por ter uma Avó, sobretudo se não tiver televisão."
"Uma Avó é uma mulher que não tem filhos, por isso gosta dos filhos dos outros. As Avós não têm nada para fazer, é só estarem ali. Quando nos levam a passear, andam devagar e não pisam as flores bonitas nem as lagartas. Nunca dizem "Despacha-te!". Normalmente são gordas, mas mesmo assim conseguem apertar-nos os sapatos. Sabem sempre que a gente quer mais uma fatia de bolo ou uma fatia maior. As Avós usam óculos e às vezes até conseguem tirar os dentes. Quando nos contam histórias, nunca saltam bocados e nunca se importam de contar a mesma história várias vezes. As Avós são as únicas pessoas grandes que têm sempre tempo. Não são tão fracas como dizem, apesar de morreram mais vezes do que nós. Toda a gente deve fazer o possível por ter uma Avó, sobretudo se não tiver televisão."
Curtas...
Um menino pergunta à mãe:
-Mãe, donde vem os meninos?
-É a cegonha que os traz!
-E quem fode a cegonha?
_____
Conversa entre dois bebés:
- Gôdo...
- Gôdo não, fóte!
- Fóte tu, gôdo de méda!
_____
Garoto à professora:
- Não quero alarmá-la, mas o meu pai diz que se as minhas notas não melhorarem, alguém vai levar uma sova!
_____
O mecânico para a cliente:
- Não consegui afinar os travões, por isso aumentei o som da sua buzina!
_____
A miúda acompanhou o avô ao barbeiro. Enquanto o mestre fazia o seu trabalho, a garota comia um doce, pelo que o barbeiro lhe disse:
- Ainda vais ter pêlos no teu docinho!
- Eu sei. E também vou ter mamas!
_____
Era tão bêbado, tão bêbado que quando fez análises ao sangue...deu JB positivo!
_____
Na prisão, um preso vira-se para o outro e pergunta:
- Por que é que estás aqui?
- Concorrência comercial.
- Como assim?
- O governo e eu fabricamos notas iguais.
_____
Um gajo casado chega à beira de uma gaja e diz:
- Estás afim de uma queca mágica?
A gaja pergunta:
- Como é uma queca mágica?
Ele diz:
- É muito simples, damos uma queca e depois tu desapareces.
_____
O menino pergunta para a mãe:
- Mamã, mamã! Por que é que tu és branca, o papá negro e eu sou chinoca...
- Ah, meu filho! Se soubesses a festa que houve naquele dia...devias estar contente por não ladrares!
_____
O sujeito vai ao médico, a cair de bêbado. Durante a consulta, vêm as perguntas de praxe:
- Nome?
- Carlos Silva!
- Idade?
- 32 anos.
- O senhor bebe?
- Ha. Ok. Vou aceitar um golinho, para o acompanhar!
_____
E, como não poderia faltar, a mãe brasileira encontra um preservativo na carteira da filha, e pergunta:
- Meu Deus! Será que minha filha tem pénis?!
_____
No consultório, fim de tarde, o médico dá a péssima notícia:
- A senhora tem seis horas de vida. Desesperada, a mulher corre para casa e conta tudo ao marido. Os dois resolvem gastar o tempo que resta da vida dela a fazer sexo. Fazem uma vez, ela pede para repetirem. Fazem de novo, ela pede mais. Depois da terceira vez, ela quer de novo mas o marido diz:
- Ah, Maria, chega! Eu tenho que acordar cedo amanhã. Tu não!
_____
Dois brasileiros andavam de bicicleta pelo campo e um deles pergunta:
- Onde arranjaste essa magnífica bicicleta?
O segundo respondeu:
- Estava eu a pé, caminhando ontem por aí, quando surgiu uma deliciosa rapariga com esta bicicleta. Ela atirou a bicicleta ao solo, despiu toda a roupa e me disse:
- Pegue o que quiser.
O outro:
- Ó pá, escolheste bem! Provavelmente a roupa não te ia servir.
_____
Dois velhinhos na conversa:
- Você prefere sexo ou o Natal?
- Sexo, claro! Natal há todos os anos!
_____
A avó pergunta à neta:
- Aninha, qual o nome daquele alemão que me deixa louca?
- Alzheimer, vovó.
-Mãe, donde vem os meninos?
-É a cegonha que os traz!
-E quem fode a cegonha?
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Conversa entre dois bebés:
- Gôdo...
- Gôdo não, fóte!
- Fóte tu, gôdo de méda!
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Garoto à professora:
- Não quero alarmá-la, mas o meu pai diz que se as minhas notas não melhorarem, alguém vai levar uma sova!
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O mecânico para a cliente:
- Não consegui afinar os travões, por isso aumentei o som da sua buzina!
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A miúda acompanhou o avô ao barbeiro. Enquanto o mestre fazia o seu trabalho, a garota comia um doce, pelo que o barbeiro lhe disse:
- Ainda vais ter pêlos no teu docinho!
- Eu sei. E também vou ter mamas!
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Era tão bêbado, tão bêbado que quando fez análises ao sangue...deu JB positivo!
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Na prisão, um preso vira-se para o outro e pergunta:
- Por que é que estás aqui?
- Concorrência comercial.
- Como assim?
- O governo e eu fabricamos notas iguais.
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Um gajo casado chega à beira de uma gaja e diz:
- Estás afim de uma queca mágica?
A gaja pergunta:
- Como é uma queca mágica?
Ele diz:
- É muito simples, damos uma queca e depois tu desapareces.
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O menino pergunta para a mãe:
- Mamã, mamã! Por que é que tu és branca, o papá negro e eu sou chinoca...
- Ah, meu filho! Se soubesses a festa que houve naquele dia...devias estar contente por não ladrares!
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O sujeito vai ao médico, a cair de bêbado. Durante a consulta, vêm as perguntas de praxe:
- Nome?
- Carlos Silva!
- Idade?
- 32 anos.
- O senhor bebe?
- Ha. Ok. Vou aceitar um golinho, para o acompanhar!
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E, como não poderia faltar, a mãe brasileira encontra um preservativo na carteira da filha, e pergunta:
- Meu Deus! Será que minha filha tem pénis?!
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No consultório, fim de tarde, o médico dá a péssima notícia:
- A senhora tem seis horas de vida. Desesperada, a mulher corre para casa e conta tudo ao marido. Os dois resolvem gastar o tempo que resta da vida dela a fazer sexo. Fazem uma vez, ela pede para repetirem. Fazem de novo, ela pede mais. Depois da terceira vez, ela quer de novo mas o marido diz:
- Ah, Maria, chega! Eu tenho que acordar cedo amanhã. Tu não!
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Dois brasileiros andavam de bicicleta pelo campo e um deles pergunta:
- Onde arranjaste essa magnífica bicicleta?
O segundo respondeu:
- Estava eu a pé, caminhando ontem por aí, quando surgiu uma deliciosa rapariga com esta bicicleta. Ela atirou a bicicleta ao solo, despiu toda a roupa e me disse:
- Pegue o que quiser.
O outro:
- Ó pá, escolheste bem! Provavelmente a roupa não te ia servir.
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Dois velhinhos na conversa:
- Você prefere sexo ou o Natal?
- Sexo, claro! Natal há todos os anos!
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A avó pergunta à neta:
- Aninha, qual o nome daquele alemão que me deixa louca?
- Alzheimer, vovó.
domingo, maio 21, 2006
História da Cinderela dos dias de hoje
Como contar a história da Cinderela às crianças para que não nos chamem "Kotas".
Há bué da time, havia uma garina cujo cota já tinha esticado o pernil e que vivia com a chunga da madrasta e as melgas das filhas dela.
A Cinderela (Cindy p'ós amigos), parecia que vivia na prisa, sem tempo para sequer enviar uns mails. Com este desatino todo, só lhe apetecia dar de frosques, porque a Madrasta fazia-lhe bué da cenas. É então que a Cindy fica a saber da alta desbunda que ia acontecer: Uma rave! A gaja curtiu tótil a ideia, mas as outras chavalas cortaram-lhe as bases. Ela ficou completamente passadunte, mas depois de andar à toa durante um coche, apareceu-lhe uma fada do baril que lhe abichou uma farda baita bacana, ela ficou a parecer uma g'anda febra. Só que ela só se podia afiambrar da cena até ao bater das 12.
Tás a ver? A tipa mordeu o esquema e foi para a borga sempre a bombar. Ao entrar na party topou um mano cheio da papel, que era bom comó milho e que também a galou logo ali. Aí a Cindy, passou-se dos carretos, desbundaram "ól naite long", até que ao ouvir as 12, ela teve de se axandrar e bazou.
O mitra ficou completamente abardinado quando ela deu de frosques e foi atrás dela, mas só encontrou pelo caminho o chanato da dama. No dia seguinte, com uma alta fezada, meteu-se nos calcantes e foi à procura de um chispe que entrasse no chanato.
Como era um ganda cromo, teve uma vaca descomunal e encontrou a maluca, para grande desatino das outras fatelas que ficaram anhar.
Fim: Tá-se bem.
Há bué da time, havia uma garina cujo cota já tinha esticado o pernil e que vivia com a chunga da madrasta e as melgas das filhas dela.
A Cinderela (Cindy p'ós amigos), parecia que vivia na prisa, sem tempo para sequer enviar uns mails. Com este desatino todo, só lhe apetecia dar de frosques, porque a Madrasta fazia-lhe bué da cenas. É então que a Cindy fica a saber da alta desbunda que ia acontecer: Uma rave! A gaja curtiu tótil a ideia, mas as outras chavalas cortaram-lhe as bases. Ela ficou completamente passadunte, mas depois de andar à toa durante um coche, apareceu-lhe uma fada do baril que lhe abichou uma farda baita bacana, ela ficou a parecer uma g'anda febra. Só que ela só se podia afiambrar da cena até ao bater das 12.
Tás a ver? A tipa mordeu o esquema e foi para a borga sempre a bombar. Ao entrar na party topou um mano cheio da papel, que era bom comó milho e que também a galou logo ali. Aí a Cindy, passou-se dos carretos, desbundaram "ól naite long", até que ao ouvir as 12, ela teve de se axandrar e bazou.
O mitra ficou completamente abardinado quando ela deu de frosques e foi atrás dela, mas só encontrou pelo caminho o chanato da dama. No dia seguinte, com uma alta fezada, meteu-se nos calcantes e foi à procura de um chispe que entrasse no chanato.
Como era um ganda cromo, teve uma vaca descomunal e encontrou a maluca, para grande desatino das outras fatelas que ficaram anhar.
Fim: Tá-se bem.
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