segunda-feira, novembro 21, 2011

Convite casamento

Significado da palavra P.O.R.T.U.G.A.L.

País Onde Roubar, Tirar, Usurpar, Gamar e Aldrabar, é Legal!

terça-feira, novembro 15, 2011

O velho Alentejano e o punk com crista de galo

Em pleno Baixo Alentejo, um velho Alentejano entra numa caminheta da carrêra, senta-se num banco mesmo em frente a um punk de cabelos compridos, com uma crista de cabelo parecida com a de um galo e com madeixas verdes, azuis, rosa e vermelhas.
O velho fica a olhar para o punk e o punk a observar o velho, ambos calados.
O punk vai ficando cada vez mais nervoso, até que não aguenta mais
e pergunta ao velho:
O que foi, amigo? Você nunca fez nada de diferente, quando era jovem?
O velho responde:
- Atão nã havera de fazeri?
Olha, quando era gaiato fiz sexo com uma galinha...
e, quando o vi, pensei cá com os mê botões:
- "...Será que este Gaiato é mê filho?!..."

Painel numa rua de uma cidade alemã

Exame de Condução de Alentejano!

Encontram-se dois alentejanos e pergunta um deles:
- Atão compadri, já conseguiu a carta de condução?
Responde o outro:
- Nam. Chumbê no exame...
Pergunta o primeiro:
- Como é que foi isso?
- Ora, cheguê a uma rotunda onde tava um sinal a dizer 30!
- E atão?
- Dê 30 voltas à rotunda.
- E depois?
- Chumbê.
- Atão porquê, contaste male?

sexta-feira, novembro 11, 2011

Anedota do Mês!

Um elefante vê uma cobra pela primeira vez. Muito intrigado pergunta:
- Como é que fazes para te deslocar? Não tens patas!...
- É muito simples - responde a cobra - rastejo, o que me permite avançar.
- Ah... E como é que fazes para te reproduzires? Não tens tomates!...
- É muito simples - responde a cobra já irritada - ponho ovos.
- Ah... E como é que fazes para comer? Não tens mãos nem tromba para levar a comida à boca!...
- Não preciso! Abro a boca assim, bem aberta, e com a minha enorme garganta engulo a minha presa directamente.
- Ah... Ok! Ok! Então, resumindo.... Rastejas, não tens tomates e só tens garganta... És Deputado de que partido?

Os Lusíadas - Extracto de Versão actualizada

I
As sarnas de barões todos inchados
Eleitos pela plebe lusitana
Que agora se encontram instalados
Fazendo aquilo que lhes dá na gana
Nos seus poleiros bem engalanados,
Mais do que permite a decência humana,
Olvidam-se de quanto proclamaram
Em campanhas com que nos enganaram!

II
E também as jogadas habilidosas
Daqueles tais que foram dilatando
Contas bancárias ignominiosas,
Do Minho ao Algarve tudo devastando,
Guardam para si as coisas valiosas…
Desprezam quem de fome vai chorando!
Gritando levarei, se tiver arte,
Esta falta de vergonha a toda a parte!

III
Falem da crise grega todo o ano!
E das aflições que à Europa deram;
Calem-se aqueles que por engano…
Votaram no refugo que elegeram!
Que a mim mete-me nojo o peito ufano
De crápulas que só enriqueceram
Com a prática de trafulhice tanta
Que andarem à solta só me espanta.

IV
E vós, ninfas do Coura onde eu nado
Por quem sempre senti carinho ardente
Não me deixeis agora abandonado
E concedei engenho à minha mente,
De modo a que possa, convosco ao lado,
Desmascarar de forma eloquente
Aqueles que já têm no seu gene
A besta horrível do poder perene!

Luiz Vaz Mais Lixado

Vendedor Alentejano

Chega um alentejano a uma taberna com uma mala grande na mão e pergunta:
- Ó compadres, alguém quer comprar um par de cornos?
Ninguém respondeu. Diz então o alentejano:
- Atão, boa tarde! Já vi que estão todos servidos!

Isto sim, isto é que é crise!

"Estou numa situação financeira tão má, tão má, que se a minha mulher decidir ir-se embora com outro, terei de ir com eles."

quinta-feira, novembro 10, 2011

sábado, novembro 05, 2011

Poema de agradecimento à Corja

Obrigado, excelências.
Obrigado por nos destruírem o sonho e a oportunidade de vivermos felizes e em paz.
Obrigado pelo exemplo que se esforçam em nos dar de como é possível viver sem vergonha, sem respeito e sem dignidade.
Obrigado por nos roubarem. Por não nos perguntarem nada. Por não nos darem explicações.
Obrigado por se orgulharem de nos tirar as coisas por que lutámos e às quais temos direito.
Obrigado por nos tirarem até o sono. E a tranquilidade. E a alegria.
Obrigado pelo cinzentismo, pela depressão, pelo desespero.
Obrigado pela vossa mediocridade.
E obrigado por aquilo que podem e não querem fazer.
Obrigado por tudo o que não sabem e fingem saber.
Obrigado por transformarem o nosso coração numa sala de espera.
Obrigado por fazerem de cada um dos nossos dias um dia menos interessante que o anterior.
Obrigado por nos exigirem mais do que podemos dar.
Obrigado por nos darem em troca quase nada.
Obrigado por não disfarçarem a cobiça, a corrupção, a indignidade.
Pelo chocante imerecimento da vossa comodidade e da vossa felicidade adquirida a qualquer preço.
E pelo vosso vergonhoso descaramento.
Obrigado por nos ensinarem tudo o que nunca deveremos querer, o que nunca deveremos fazer, o que nunca deveremos aceitar.
Obrigado por serem o que são.
Obrigado por serem como são.
Para que não sejamos também assim.
E para que possamos reconhecer facilmente quem temos de rejeitar. Joaquim Pessoa

terça-feira, novembro 01, 2011

Frase do Dia, do Mês, do Ano e do Século...

Lotaria

Um preto compra a lotaria.
Mais tarde vai conferir, olha para a televisão: O número vencedor é o 200345.
O dele é 200345 e ele diz:
- Pôra pá! Preto nunca ganha, só empata!

Crise 2012

- Bom dia sr. Manel. Tem jaquinzinhos?
- Tenho sim minha senhora.
- Dê-me então duas postinhas do meio por favor...

terça-feira, outubro 18, 2011

Conselho aos Filhos de Portugal

"Se és um jovem português
Atravessa a fronteira do teu País
E parte destemido
Na procura de um futuro com Futuro.

Porque no teu País
A Educação é como uma licenciatura
Tirada sem mérito e sem trabalho
Arquitectada por amigos docentes
E abençoada numa manhã dominical.

Porque no teu País
É mais importante a estatística dos números
Que a competência científica dos alunos
O que interessa é encher as universidades
Nem que seja de burros.

Porque no teu País
A corrupção faz parte do jogo
Onde os jogadores e os árbitros
São carne do mesmo osso
E partilham o mesmo tempero.

Porque no teu País
A justiça é ela própria uma injustiça
Porque serve quem é rico e influente
Com leis democraticamente pobres.

Porque no teu País
As prisões não são para os ladrões ricos
Porque os ricos não são ladrões
Já que um desvio é diferente de um roubo.

Porque no teu País
A Saúde é uma doença crónica
Onde, quem pouco tem
É sempre colocado na coluna da despesa.

Porque no teu País
Se paga a quem nada faz
E se taxa a quem pouco aufere.

Porque no teu País
A incompetência política
é definida como coragem patriótica.

Porque no teu País
Um submarino é mais importante que tu
E o mar apenas serve para tomar banho
E pescar sardinhas.

Porque no teu País
Um autarca condenado à prisão pela justiça
Pode continuar em funções em liberdade
Passeando e assobiando de mãos nos bolsos.

Porque no teu País
Os manuais escolares são pagos
Enquanto a frota automóvel dos políticos
É topo de gama.

Porque no teu País
Há reformas de duzentos euros
E acumulação de reformas de milhares deles.

Porque no teu País
A universidade pública deixou cair a exigência
E as licenciaturas na privada
Tiram-se ao ritmo das chorudas mensalidades.

Porque no teu País
Os governantes, na sua esmagadora maioria
Apenas possuem experiência partidária
Que os conduz pelas veredas do "sim ao chefe".

Porque no teu País
O que é falso, dito como verdade,
Sob Palavra de Honra!
São votos ganhos numa eleição.

Porque no teu País
As falências são uma normalidade
O desemprego é galopante
A criminalidade assusta
O limiar da pobreza é gritante
E a venda de Porsches ...aumenta.

Porque no teu País
Há esquadras da polícia em tal estado
Que os agentes se servem da casa de banho
Dos cafés mais próximos.

Porque no teu País
Se oferecem computadores nas escolas
Apenas para compor as estatísticas
Do saber "faz de conta" em banda larga.

Porque no teu País
Se os teus pais não forem ricos
Por mais que faças e labutes
Pouco vales sem um cartão partidário.

Porque no teu País
Os governantes não taxam os bancos
Porque, quando saírem do governo
Serão eles que os empregam.

Porque no teu País
És apenas mais um número
Onde o Primeiro-Ministro se chama Alice
Que vive no País das Maravilhas
Mesmo ao lado do teu.

Foge!
E não olhes para trás !"

sábado, outubro 15, 2011

Recado...

Época da Ditadura!

Na época da "chamada" ditadura...

Podíamos acelerar os nossos automóveis pelas auto-estradas acima dos 120km/h sem nenhum risco e não éramos multados por radares maliciosamente escondidos mas... não podíamos falar mal do presidente.

Podíamos comprar armas e munições à vontade, pois o governo sabia quem era cidadão de bem, quem era bandido e quem era terrorista mas... não podíamos falar mal do Presidente.

Podíamos dar piropos à funcionária, à menina do "guiché" das contas a pagar ou à recepcionista sem correr o risco de sermos processados por "assédio sexual" mas..., não podíamos falar mal do Presidente.

Não usávamos eufemismos hipócritas para fazer referências a raças (ei! preto!), credos (esse crente aí!) ou preferências sexuais (fala! sua bicha!) e não éramos processados por "discriminação" por esse motivo mas... não podíamos falar mal do presidente.

Podíamos tomar nossa redentora cerveja no fim do expediente do trabalho para relaxar e dirigir o carro para casa, sem o risco de sermos jogados à vala da delinqüência, sendo presos por estarmos "alcoolizados" mas... não podíamos falar mal do Presidente.

Podíamos cortar a árvore do quintal, empestada de praga, sem que isso constituísse
crime ambiental mas... não podíamos falar mal do presidente.

Podíamos ir a qualquer bar ou boite, em qualquer bairro da cidade, de carro, de autocarro, de bicicleta ou a pé, sem nenhum medo de sermos assaltados, sequestrados ou assassinados mas... não podíamos falar mal do presidente.

Hoje, a única coisa que podemos fazer...
...é falar mal do presidente!

Que merda...!